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MP3 (320kbps) - 70MB FLAC - 120MB

PRODUZIDO POR DINHO ZAMPIER E CRIS BRAUN EXCETO:
FAIXA 4. HARPIA (SACHA AMBACK) E FAIXA 5. CHEIO (BILLY BRANDÃO)

CAPA: MARIANA OCHS • DESIGNER-ASSISTENTE: DORGI BARROS • FOTOS DE CAPA: HENRIQUE OLIVEIRA • FOTOS STILL: SILVANA MATOS, CRIS BRAUN E HENRIQUE OLIVEIRA • MIXADO E MASTERIZADO POR WALTER COSTA NO FOCAL POINT MIX STUDIO • SITE POR: DORGI BARROS

Foi o grande (em todos os sentidos) Sergio Leone quem percebeu que há trilhas sonoras tão inspiradoras que elas podem preceder as imagens. Sua simbiose artística com o gênio Morricone era tamanha que em dado momento ele resolveu filmar inspirado pela música, composta antes do filme ser rodado.

O que Cris Braun nos propõe com seu novo disco em parceria com Dinho Zampier é um convite a montarmos na cabeça nosso próprio filme. Quem seria Doña Rita de Quevedo, uma Amelie Poulain dos trópicos? Dá pra imaginar os Sex Beatles congelados no tempo e ressuscitados no futuro, transformados em caubóis do apocalipse com seus escorpiões de estimação?

“Cheio” é poesia robótica concreta na rota Paris,Texas-Saturno, para logo dar lugar ao coro e guitarra da “Harpia” com sabor de spaghetti morriconiano. São curtas e longas metragens que nos fazem enxergar Deus e o Diabo na terra vermelha do Nordeste futurista e até mesmo um encontro de Vivaldi e Georges Delerue. Porque, afinal, um filme imaginário é assim: Truffaut encontra Glauber, que viaja na nave espacial de Jodorowsky, para no fim todos se encontrarem nas alagoas cariocas de Cris Braun e Dinho Zampier.

MARCELO JANOT - Crítico de cinema e DJ

CRIS BRAUN E DINHO ZAMPIER LANÇAM O ÁLBUM FILME

O Trabalho é uma trilha sonora imaginária para uma história que fica nas entrelinhas das faixas, tendo como fio condutor a narrativa musical  

Depois da fábula, o filme. Em 2015, a cantora Cris Braun pensava em realizar um novo álbum, o quarto de sua carreira solo — o anterior, Fábula, saíra em 2012. Convidou o tecladista, produtor e arranjador Dinho Zampier (metade da dupla Figueroas) para a empreitada, que acabou mudando de rumos: surgia ali Filme, projeto de Cris e Dinho que é uma trilha sonora imaginária para um filme que não existe.

“O desejo de compor uma trilha sonora foi o ponto de partida. E, como não havia nem haverá o filme, usamos a narrativa musical-sonora como fio condutor, e não uma história ou roteiro de texto. O que, por outro lado, nos deu bastante liberdade para imaginar e permitir que o ouvinte também imagine a história que quiser”, explica a cantora.

A trama que a dupla conta está nas entrelinhas dos climas das vinhetas e dos temas destes personagens imaginários. E esses climas são criados em gêneros variados que passam por psicodelias setentistas, jazz, pop futurista, folk e ritmos nordestinos. “Ninguém sabe se é uma história, um sonho ou um delírio”, instiga Cris Braun.

Com 11 faixas, o disco teve nove músicas compostas especialmente para ele, com exceção de “Escorpiões”, de Alvin L, do repertório dos Sex Beatles (banda cult do anos 90, onde Cris era vocalista) e “Sento in seno ch'in pioggia di lagrime “, releitura a la Dave Brubeck de uma ária da ópera Tieteberga, de Antonio Vivaldi. Uma espécie de ensaio aberto em Maceió, no fim de 2016, deu uma prévia do que seria o trabalho.

O disco foi produzido por Cris Braun e Dinho Zampier, que também ficou responsável pelos teclados e programações. Amigos de longa data, os músicos e produtores Sacha Amback e Billy Brandão foram convidados para produzir uma faixa cada: “Harpia” e “Cheio”, respectivamente. O trabalho ainda contou com Toni Augusto (guitarras, violão e guitarlele), Ykson Nascimento (baixo), Thiago Herculano (violino), Alisson Paz (bateria) e Walter Costa (programações adicionais).

Sobre Cris Braun:
Nascida no Rio Grande do Sul, Cris Braun viveu em Maceió e passou 25 anos no Rio de Janeiro, onde se lançou como cantora, em 1985. Integrou o grupo cult Sex Beatles, com o qual lançou os discos Automobília (1994) e Mondo Passionale (1995), produzidos por Dado Villa-Lobos e Tom Capone. Em 1997, a cantora e compositora lançou seu primeiro solo CD, Cuidado com pessoas como eu, pelo selo Fullgás. Há 11 anos voltou para a capital alagoana. Lá, lançou os álbuns Atemporal (2004) e Fábula (2012).

Sobre Dinho Zampier:
Alagoano, Dinho Zampier tocou com diversos artistas de Maceió, como Wado, Vitor Pirralho e Junior (Sonic Junior). Integra a banda Mopho e atualmente é também metade da dupla Figueroas, com repertório de lambada. Seu primeiro trabalho com Cris Braun foi como músico da gravação e da turnê do álbum Fábula (2012), da cantora.  

FILME, DE CRIS BRAUN E DINHO ZAMPIER
Lançamento nas plataformas digitais: Julho de 2017- Tratore
Em CD:  Previsto para Setembro, também pela Tratore
Assessoria de imprensa: Kamille Viola (kamilleviola@gmail.com)